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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Morte


Morte (dolatim mors), óbito (dolatim obitu), falecimento (falecer+mento), passamento (passar+mento) ou ainda desencarne(deixar a carne), são sinônimos usados para se referir ao processo irreversível de cessamento das atividades biológicas necessárias à caracterização e manutenção da vida em um sistema outrora classificado como vivo. Após o processo de morte o sistema não mais vive; e encontra-se morto. Os processos que seguem-se à morte (pós-mortem) geralmente são os que levam à decomposição dos sistemas. Sob condições ambientais específicas, processos distintos podem segui-la, a exemplo aqueles que levam à mumificação natural ou a fossilização de organismos.
A morte faz-se notória e ganha destaque especial ao ocorrer em seres humanos. Não há nenhuma evidência científica de que a consciência continue após a morte, no entanto existem várias crenças em diversas culturas e tempos históricos que acreditam em vida após a morte.
Com notórias consequências culturais e suscitando interesse recorrente na Filosofia, existem diversas concepções sobre o destino da consciência após a morte, como as crenças na ressurreição (religiões abraâmicas), na reencarnação (religiões orientaisDoutrina Espírita, etc) ou mesmo o eternal oblivion ("esquecimento eterno"), conceito esse o comum na neuropsicologia e atrelado à ideia de fim permanente da consciência após a morte.
As cerimônias de luto e práticas funerárias são variadas. Os restos mortais de uma pessoa, comumente chamado de cadáver ou corpo, são geralmente enterrados ou cremados. A forma de disposição mortuária pode contudo variar significativamente de cultura para cultura. Entre os fenômenos que induzem a morte, os mais comuns são: envelhecimento biológico (senescência), predaçãodesnutriçãodoençassuicídioassassinatoacidentes e acontecimentos que causam traumatismo físico irrecuperável.
Historicamente, tentativas de definir o momento exato da morte foram problemáticas. A identificação do momento exato da morte é importante, entre outros casos, no transplante de órgãos, porque tais órgãos precisam de ser transplantados, cirurgicamente, o mais rápido possível.
Morte já foi anteriormente definida como parada cardíaca e respiratória mas, com o desenvolvimento da ressuscitação cardiopulmonar e da desfibrilação, surgiu um dilema: ou a definição de morte estava errada, ou técnicas que realmente ressuscitavam uma pessoa foram descobertas: em vários e vários casos, respiração e pulso cardíaco são realmente restabelecidos após cessarem. Em vista da nova tecnologia, atualmente a definição médica de morte é conhecida como morte clínicamorte cerebral ou parada cardíaca irreversível.
A morte cerebral é definida pela cessão de atividade eléctrica no cérebro, mas mesmo aqui há correntes divergentes. Há aqueles que mantêm que apenas a atividade eléctrica do neo-córtex deve ser considerada a fim de se definir a morte. Por padrão, é usada contudo uma definição mais conservadora de morte: a interrupção da atividade elétrica no cérebro como um todo, incluso e sobretudo no tronco encefálico - responsável entre outros pelo controle de atividades vitais essenciais como batimentos cardíacos e respiração - e não apenas no neo-córtex, diretamente associado à consciência. Essa definição - a de morte cerebral - é a adotada, por exemplo, na "Definição Uniforme de Morte" nos Estados Unidos.
Mesmo frente a uma definição precisa de morte, a determinação da mesma ainda traz suas peculiaridades, e pode ser difícil. A exemplo, EEGspodem detectar pequenos impulsos elétricos onde nenhum existe, enquanto houve casos onde atividade cerebral em um dado cérebro mostrou-se baixa demais para que EEGs os detectassem. Por causa disso, vários hospitais possuem elaborados protocolos determinando morte envolvendo EEGs em intervalos separados, e não raro mediante os pareceres autônomos de no mínimo dois médicos.
história médica contém muitas referências a pessoas que foram declaradas mortas por médicos, e durante os procedimentos para embalsamento eram encontradas vivas. Histórias de pessoas enterradas vivas levaram um inventor no começo do século XX a desenhar um sistema de alarme que poderia ser ativado dentro do caixão.
Por causa das dificuldades na definição de morte, na maioria dos protocolos de emergência, mais de uma confirmação de morte, tipicamente fornecida por médicos diferentes, é necessária. Alguns protocolos de treinamento, por exemplo, afirmam que uma pessoa não deve ser considerada morta a não ser que indicações óbvias que a morte ocorreu existam, como decapitação ou dano extremo ao corpo. Face a qualquer possibilidade de vida, e na ausência de uma ordem de não-ressuscitação, equipes de emergência devem proceder ao transporte o mais imediato possível até ao hospital, para que o paciente possa ser examinado por um médico. Isso leva à situação comum de um paciente ser dado como morto à chegada do hospital.
A questão de o que acontece, especialmente com os humanos, durante e após a morte, ou o que acontece "uma vez morto", se pensarmos na morte como um estado permanente, é uma interrogação frequente, literalmente uma questão latente na psique humana. Tais questões vêm de longa data, e a crença numa vida após a morte com uma posterior reencarnação ou mesmo a passagem para outros mundos embora muito antigas, são ainda muito difundidas socialmente (veja submundo). Para muitos, a crença e informações sobre a vida após a morte resultam de uma mera busca por consolação ou mesmo de uma covardia em relação à morte de um ser amado ou à prospecção da inevitabilidade de sua própria morte. A crença em vida após a morte pode para esses trazer algum consolo, contudo crenças como o medo do Inferno ou de outras consequências negativas podem tornar a morte algo muito mais temido. A contemplação humana da morte é uma motivação importante para o desenvolvimento de sistemas de crenças e religiões organizadas. Por essa razão, palavra passamento quando dita por um espírita, significa a morte do corpo. A passagem da vida corpórea para a vida espiritual.
Apesar desse ser conceito comum a muitas crenças, ela normalmente segue padrões diferentes de definição de acordo com cada filosofia. Várias religiões creem que após a morte o ser vivo ficaria junto do seu criador, para os cristãos, Deus.
Muitos antropólogos sentem que os enterros fúnebres atribuídos ao Homem de Neanderthal / Homo neanderthalensis, onde corpos ornamentados estão em covas cuidadosamente escavadas, decoradas com flores e outros motivos simbólicos, é evidência de antiga crença na vida após a morte.
Do ponto de vista científico, não se confirma a idéia de uma vida após a morte. Embora grande parte da comunidade científica sustente que isso não é um assunto que caiba à ciência resolver, e que cientificamente não há evidências que corroborem a existência de espíritos ou algo com função similar que sobreviva após a morte, muitos pesquisadores tentaram e ainda tentam entrar nesse campo estudando por exemplo as chamadas "experiências de quase-morte". Para eles, o conceito de "vida" se associa ao de "consciência", contudo consciência não atrela-se à matéria conhecida.

A Morte Segundo a Bíblia

  1. Como é a morte? É como um sono. A Bíblia diz em 1 Tessalonicenses 4:13 “Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais como os outros que não têm esperança..”
  2. Onde dormem os mortos? A Bíblia diz em Daniel 12:2 “E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno.”
  3. Os mortos sabem de alguma coisa? A Bíblia diz em Eclesiastes 9:5-6, 10 “Pois os vivos sabem que morrerão, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco têm eles daí em diante recompensa; porque a sua memória ficou entregue ao esquecimento. Tanto o seu amor como o seu ódio e a sua inveja já pereceram; nem têm eles daí em diante parte para sempre em coisa alguma do que se faz debaixo do sol. Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças; porque no Seol, para onde tu vais, não há obra, nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.”
  4. A morte não é o fim? A Bíblia diz em Isaías 26:19 “Os teus mortos viverão, os seus corpos ressuscitarão; despertai e exultai, vós que habitais no pó; porque o teu orvalho é orvalho de luz, e sobre a terra das sombras fá-lo-ás cair.”
  5. Que promete Jesus aos que morrem? A Bíblia diz em Oséias 13:14 “Eu os remirei do poder do Seol, e os resgatarei da morte. Onde estão, ó morte, as tuas pragas? Onde está, ó Seol, a tua destruição? A compaixão está escondida de meus olhos.”
  6. O poder da ressurreição vem de Cristo?. A Bíblia diz em 1 Coríntios 15:21-22 “Porque, assim como por um homem veio a morte, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. Pois como em Adão todos morrem, do mesmo modo em Cristo todos serão vivificados.”
  7. Por que Deus deu o Seu Filho ao mundo? A Bíblia diz em João 3:16 “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
  8. Ambos os justos e os ímpios serão ressuscitados? A Bíblia diz em João 5:28-29 “Não vos admireis disso, porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida, e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo.”
  9. Os justos serão ressuscitados na Segunda Vinda de Cristo? A Bíblia diz em 1 Tessalonicenses 4:16-17 “Porque o Senhor mesmo descerá do céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos seremos arrebatados juntamente com eles, nas nuvens, ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor.”
  10. Que acontecerá depois da ressurreição? A Bíblia diz em Filipenses 3:20-21 “Mas a nossa pátria está nos céus, donde também aguardamos um Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o corpo da nossa humilhação, para ser conforme ao corpo da sua glória, segundo o seu eficaz poder de até sujeitar a si todas as coisas.”
  11. Por quanto tempo viverão os justos ressuscitados? A Bíblia diz em Lucas 20:36 “Porque já não podem mais morrer; pois são iguais aos anjos, e são filhos de Deus, sendo filhos da ressurreição.”
  12. Quanto tempo têm que esperar os ímpios depois da primeira ressurreição para que eles mesmos sejam ressuscitados? A Bíblia diz em Apocalipse 20:4-5 “E eles [os justos] reviveram, e reinaram com Cristo durante mil anos. (Mas os outros mortos não reviveram, até que os mil anos se completassem.).”
  13. Qual é o destino dos ímpios? A Bíblia diz em Apocalipse 20:9 “Mas desceu fogo do céu, e os devorou.”
  14. Quem são os ímpios? A Bíblia diz em Apocalipse 21:8 “Mas, quanto aos medrosos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos adúlteros, e aos feiticeiros, e aos idólatras, e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago ardente de fogo e enxofre, que é a segunda morte.”
  15. Que diz a Bíblia sobre o céu? A Bíblia diz em João 14:2-3 “Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.”
  16. O conceito de céu é algo que já conhecemos? A Bíblia diz em 1 Coríntios 2:9 “Mas, como está escrito: As coisas que olhos não viram, nem ouvidos ouviram, nem penetraram o coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam.”
  17. Como descreveu Isaías o céu? A Bíblia diz em Isaías 65:21-23 “E eles edificarão casas, e as habitarão; e plantarão vinhas, e comerão o fruto delas. Não edificarão para que outros habitem; não plantarão para que outros comam; porque os dias do meu povo serão como os dias da árvore, e os meus escolhidos gozarão por longo tempo das obras das suas mãos: Não trabalharão debalde, nem terão filhos para calamidade; porque serão a descendência dos benditos do Senhor, e os seus descendentes estarão com eles.”
  18. Haverá paz até no reino animal? A Bíblia diz em Isaías 65:25 “O lobo e o cordeiro juntos se apascentarão, o leão comerá palha como o boi; e pó será a comida da serpente. Não farão mal nem dano algum em todo o meu santo monte, diz o Senhor.”
  19. Os deficientes serão curados? A Bíblia diz em Isaías 35:5-6 “Então os olhos dos cegos serão abertos, e os ouvidos dos surdos se desimpedirão. Então o coxo saltará como o cervo, e a língua do mudo cantará de alegria.”
  20. Quando a morte, lamento e dor vão acabar? A Bíblia diz em Apocalipse 21:3-4 “E ouvi uma grande voz, vinda do trono, que dizia: Eis que o tabernáculo de Deus está com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e Deus mesmo estará com eles. Ele enxugará de seus olhos toda lágrima; e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem lamento, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.” [Bíblia.com]
  21. Por causa do pecado, todos morremos. O pecado nos separa de Deus, que é a fonte de toda a vida. Durante a vida ainda temos oportunidade para nos reconciliarmos com Deus mas com a morte chega o julgamento. Ninguém pode escapar da morte e do julgamento de Deus.
  22. Mas a morte não precisa ser o fim. Jesus morreu e ressuscitou para que todos que creem nele possam ter vida eterna. No Céu viveremos para sempre com Deus, sem mais sofrimento nem dor. A morte será destruída e a vida vencerá!

  1. "Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá;
  1. E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. Crês tu isto?
  1. João 11:25,26"
  1. "Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança.
  1. Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele.
  1. 1 Tessalonicenses 4:13,14"
  1. "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
  1. João 3:16"
  1. Jesus nos oferece a vida eterna. Todos que se voltarem para Jesus serão ressuscitados um dia, para viver para sempre com ele. Não haverá mais tristeza nem sofrimento. A dor da morte de quem amamos é grande mas em Jesus encontramos consolo e esperança.





terça-feira, 12 de junho de 2018

O Testamento de Abraão


Capítulo 26 
Então Abraão se levantou, e foi para sua casa, e a Morte o acompanhou para lá. E Abraão foi para seu quarto, e Morte o seguiu. E Abraão deitou-se em sua cama, e a Morte foi e assentou-se a seus pés. Então Abraão disse, vá daqui, deixe-me, pois quero descansar em minha cama. Mas a Morte disse, não irei até que tenha tomado teu espírito de ti. E Abraão lhe disse, eu ordeno-te pelo Deus imortal a me dizeres a verdade. Es tu a Morte? A Morte lhe disse, sim. Sou o destruidor do mundo. E Abraão disse, rogo-te, já que és a Morte, diga-me se tu apareces assim a todos com tamanha formosura e beleza? E a Morte disse, na verdade, meu Senhor Abraão, por causa de tua justiça, ilimitada hospitalidade e pela grandeza de teu amor para com Deus te tornaste uma coroa sobre minha cabeça, e em beleza, grande paz e gentileza me aproximei do justo, mas dos pecadores me aproximo com grande corrupção e ferocidade e amargura com aparência feroz e impiedosa. E Abraão disse, rogo-te, dê-me ouvidos, e mostre-me tua ferocidade e toda a tua corrupção e amargura. E a Morte disse, não podes contemplar minha ferocidade, justíssimo Abraão. E Abraão disse, sim, serei capaz de contemplar tua ferocidade através do nome do Deus vivo, porque o poder do meu Deus que está no céu está comigo. Então a Morte retirou toda sua graciosidade e beleza, e toda a sua glória e a forma semelhante ao sol com a qual se revestira, e pôs sobre si a vestimenta de um tirano, e fez sua aparição de modo mais feroz que qualquer tipo de fera selvagem, e mais impura do que qualquer impureza. E mostrou a Abraão que a sua beleza não era deste mundo. E a Morte disse a Abraão, não penses, Abraão, que esta beleza é minha, ou que venho assim a todo homem. Na verdade, se alguém é justo como a ti, tomo a coroa e vou até ele, mas se é um pecador vou com grande corrupção, e do seu pecado faço para mim uma coroa para minha cabeça, e o estremeço com grande terror, de maneira que eles desmaiam. Abraão no entanto lhe disse, e de onde vem tua beleza? E a Morte disse, não há outro mais cheio de corrupção do que eu. E Abraão lhe disse, verdadeiramente és aquele que é chamado Morte? E ele lhe respondeu dizendo, eu sou o nome amargo... 

terça-feira, 5 de junho de 2018

O Testamento de Abraão


Capítulo 25 
Mas enquanto o dia da Morte de Abraão se aproximava, o Senhor Deus disse a Miguel, a Morte não ousará se aproximar e tomar a alma de meu servo, pois ele é meu amigo, então vá e adornou a Morte com grande beleza, e a envie a Abraão, para que ele possa vê-la com seus próprios olhos. E Miguel imediatamente, após ser comissionado, adornou a Morte com grande beleza, e a enviou a Abraão para que ele a pudesse ver. E ela assentou-se próximo a Abraão, e Abraão vendo-a próximo de si teve extremo receio. E a Morte lhe disse, Salve, alma santa! salve, amigo do Senhor Deus! salve, consolação e acolhimento dos viajantes! E Abraão disse, és bem-vindo, servo do Deus Altíssimo. Rogo-te, diga-me quem és; e entre em minha casa para participar da comida e da bebida até partires, pois desde que o vi assentado perto de mim minha alma ficou perturbada. Pois eu não sou digno de virdes a mim, pois tu és um espírito exaltado e eu sou carne e sangue, e portanto não posso sustentara a tua glória, pois vejo bem que tua beleza não é deste mundo. E a Morte disse a Abraão, digo-te que em toda criação que Deus fez, não há quem se encontre como a ti, pois até mesmo o próprio Senhor ao procurar não encontrou um assim sobre toda a terra. E Abraão disse à Morte, como podes mentir? Pois eu vejo que tua aparência e forma são como as do sol, gloriosíssimo ajudante, portador da luz, homem admirável, de onde provêm tua glória, e quem és tu, e de onde vens? Então a Morte disse, justíssimo Abraão, eis que te digo a verdade. Eu sou a amarga sorte da Morte. Abraão lhe disse, sim, mas tu és a graciosidade do mundo, és a glória e a beleza dos anjos e homens, és mais formoso na forma que qualquer outro, e dizes, sou a amarga sorte da Morte, e não, sou a mais formosa de todas as coisas. A Morte disse, eu te direi a verdade. Ao que o Senhor me nomeou, isto também e direi. Abraão disse, por que motivo tu vens para cá? E a Morte disse, vim por tua santa alma. Então Abraão disse, sei o que queres dizer, mas não irei contigo; e a Morte ficou em silêncio. 

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Luto



Quem nunca passou pela dor de uma perda repentina ou não?
Certamente todos nós.
Ou a estamos passando, ou passamos, ou vamos passar ou passaremos de novo.
O luto é uma dor que aparentemente interminável.
Passar pelo luto não é fácil.
Toda dor é dor, nenhuma dor é igual a outra. E todos nós estamos sujeitos a ela.
Primeiro vem o choque inicial. Principalmente se você não estava esperando.
A pessoa sai saudável de casa e de repente ou sofre um mal súbito ou um acidente de carro nos vindo logo a seguir a noticia.
Todos nós somos seres únicos, ou seja, cada um encara a dor da perda de forma diferente.
Em outras palavras todos nós temos nosso próprio tempo.
O luto em si nos faz passar por uma avalanche de sentimentos que variam da revolta pela perda repentina a culpa. Medo, raiva, sensação de impotência.
Chore sua dor, viva o seu luto. Seu momento.
Não tente bancar o forte a todo momento. Permita-se desabar. Você é humano não uma máquina.
É natural que sintamo-nos culpados, que fiquemos com raiva, medo, sintamos um vazio apertar o peito. Mas, a longo prazo isso nos prejudica e prejudica principalmente ao ente que partiu, principalmente se o mesmo desencarnou de forma repentina.
Busque apoio, ajuda, amparo nem que seja ou com ajuda psicológica, ou cristã ou mesmo adotando um animalzinho. Você não estará sendo fraco e muito menos estará substituindo ao ente querido que partiu.
Muito pelo contrário.
Se ajudando aqui neste plano você estará ajudando ao seu ente desencarnado. 
Não encare a morte como "ah morreu acabou, nunca mais vou ver"
Olha o que a palavra de Deus nos diz sobre a morte:
Tenha em mente uma coisa não existe morreu acabou! A própria Bíblia nos relata isso em diversas passagens:
A morte é fato, não a como escapar dela. Cedo ou tarde todos nós iremos.
A morte é dolorosa, sofrida para os que ficam. Mas para os que partem é a libertação de um cativeiro, o retorno do filho pródigo a casa do pai.
Vamos agora ao que de fato os trouxe aqui; para onde iremos após a morte? 
O que acontece com o corpo?
Primeiro ocorre a histólise corporal que nada mais é a  que a putrefação do corpo, o nosso corpo físico será digerido ao longo do tempo por bilhões de vermes.
Esse processo de putrefação ocorre alguns minutos após a morte, o sangue torna-se ácido, o cálcio endurece seus ossos. Por ai vai.
E no lado espiritual o que acontece?
Em alguns casos os desencarnados ( em especial os criminosos de alta periculosidade, perversos, suicidas... ) acompanham a decomposição do corpo físico. Sofrendo dores terríveis. Vivendo e revivendo momentos dolorosos de suas mortes. Em contrapartida os que pautam suas vidas na misericórdia, na caridade, numa vida correta ganham a libertação imediate desse cativeiro que chamamos de corpo físico.
Muitos acompanham seus restos mortais até a sepultura, porém, não presenciam o que acontece com seus corpos físicos. Um premio para os cumpriram seus deveres, combateram o bom combate.
Nenhum espirito, nem mesmo os mais evoluídos desaparece como num passe de mágica. Muito pelo contrário, em gratidão e respeito permanece por algum tempo ao lado dos que lhe foram queridos.
Em segundo lugar vem a formação do corpo fluídico. Um novo corpo. Substitui-se aí o corpo físico ( corpo mortal, passível de danos muitas vezes dolorosos, permanentes) pelo corpo espiritual ( corpo fluídico quase semelhante ao carnal, Esse corpo é eterno, nosso verdadeiro corpo).
O apóstolo Paulo fala com toda propriedade:
"Semeia-se corpo material e colhe-se espiritual". Em outras palavras nos atos enquanto encarnados definirão nosso destino pós túmulo.
Mais a frente Paulo em seus escritos nos diz: "O corpo espiritual é o corpo da ressurreição".
Deixando-nos claro que a morte não é o fim, que apenas o corpo físico se acaba ao descer
a sepultura. Em resumo que existe vida após a morte.
Isaías 26:19, Oséias 13:14, 1 Corintios 15:21,22, 1 Corintios 15: 40,42. Apenas para citar
alguns que nos falam abertamente sobre a temida morte.
Que filho não fica feliz, honrado e descansado ao ter que voltar para casa depois de uma longa jornada? Não é mesmo?
Assim a morte deve ser encarada, sem medo, preconceito, sem as vendas do tabu.
O nosso corpo é constituído por carne, alma e espirito.
A carne é uma casca, uma embalagem que tem data de vencimento.
Começamos a morrer ao nascer. Cada dia que passa, é um dia a menos na nossa vida. 
A alma é o sopro da vida e o espirito é o que somos realmente e que um dia voltará ao seu local de origem a casa do pai eterno Deus Todo Poderoso.
Ali do outro lado nos reuniremos aos que partiram antes de nós. Pais, mães, avós, filhos.
Imaginem que felicidade, que regojizo será um dia todos nós hoje vivos, encarnados como queiram chamar nossa vivencia terrena nos reencontrarmos com a pessoa que marcou nossa vida, ou com aquele animalzinho que um dia choramos a partida ( todos somos espíritos o que nos diferencia é a etapa evolutiva, somos de uma certa forma todos irmãos, dai a obrigação que temos de trata-los com amor, compaixão e dignidade.). 
A morte não é o fim, mas o reinicio de uma nova vida, a verdadeira vida. A vida prometida a nós por nosso Senhor Jesus Cristo.
Não foi Ele mesmo que disse? " Não se turbe vosso coração; crede em Deus, crede também em mim.
Na casa de meu pai a muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito." João 14:1,2
Se Jesus o Filho de Deus  me diz que na casa do Pai a muitas moradas, quem sou eu para desmenti-lo? 
Ele próprio esta preparando esse lugar maravilhoso para nós. Quanta honra não é mesmo?
Então de hoje em diante vamos abandonar a tristeza da partida, pela felicidade.
Por que felicidade?
Por que eles não morreram, mas voltaram a casa do Pai. Eles não apenas estão vivos, como estão a nossa espera. 
Tristeza não, saudades sim.
Porque a morte não é o fim, mas uma longa viagem de retorno a casa do Pai.
Em outras palavras para os que creem a morte não é o fim.A morte é apenas uma transição. Uma viagem, uma  longa viagem rumo ao desconhecido.Porque desconhecido?Porque a priori não sabemos para onde vamos, qual mundo nos foi designado.Quem não crê na vida após a morte não crê na existência de Cristo.Uma vez que Ele próprio nos falou: "Aquele que crê em mim, mesmo que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim, não morrerá eternamente." Cada um de nós humanos ou animais ao nascer recebemos uma alma vivente, a única coisa que se nos diferencia é quanto a racionalidade. O que de fato morre é o corpo vivente. Este retorna a terra e no transcorrer do tempo este será consumido, deixando de existir por completo.Quanto a alma esta retorna ao seu local de origem, ou ao mundo que lhes será descortinado.Sabendo-se que não existe apenas um mundo habitado, mas muitos outros e a cada um de nós será descortinado um mundo diferente.O que define qual mundo se nos espera ao morrermos não é a denominação que em vida frequentamos, mas, a vida que levamos.
Nesse momento de transição, de troca o desencarnado não precisa de lágrimas, de dor, de sofrimento, não precisa que você fique chamando por ele sempre que estiveres sozinho.
Ele precisa de apenas uma coisa. Tua prece.Uma outra coisa que precisa ser dita é a seguinte, evite acender vela em casa principalmente se você acabou de vir do cemitério.No cemitério existem diversos tipos de espíritos, uns evoluídos, outros menos evoluídos, os trevosos e ao chegar em casa você leva consigo toda uma energia vibratória que partiu deles. Se você em casa acender uma vela esses espíritos não os evoluídos mas os dos mais baixos mundos em especial os trevosos por viverem nas trevas, na escuridão vão se sentir atraídos pela chama da vela. Você sem querer, sem imaginar vai atrair para sua casa esses espíritos que se faziam presentes no cemitério no momento da tua visita.
E no transcorrer do tempo eles vão trazer transtornos para tua vida, para tua casa.Você passará a ver vultos negros, o clima da tua casa será de brigas, tristezas. E você correrá o risco de ter o mesmo fim deles. 
E ir habitar no mundo deles.
Se você gosta de acender velas para finados acenda no cruzeiro ou do cemitério ou da igreja assim essas energias trevosas não vão seguir você.
Em casa faça uma prece para eles, por suas almas. 
Peça a Deus misericórdia, muita luz e sabedoria de Deus a eles e em especial aos recém desencarnados ou aqueles que incorreram ao suicídio.
Nesse próximo dia de finados não celebre a dor da partida, mas o retorno a casa do Pai.
Não celebre a morte, mas, a vida.
A morte não é o fim, mas o inicio de uma nova vida, uma nova etapa a qual todos nós independente da denominação por nós frequentada, independente do que cremos ou não, independente do sexo, raça, condição financeira cedo ou tarde teremos que passar.Viva o hoje como se não houvesse amanhã.
Corrija os erros presentes e evite erros futuros.O passado já foi, o futuro a Deus pertence, viva apenas o presente.



terça-feira, 26 de junho de 2018

O Testamento de Abraão


Capítulo 28 
E o santo Abraão, vendo estas coisas desse modo, disse à Morte, rogo-te, ó Morte que tudo destrói, oculte tua ferocidade, e revista-se de tua beleza e da forma com a qual estava antes. E imediatamente a Morte ocultou sua ferocidade, e revestiu-se de sua beleza anterior. E Abraão disse à Morte porque fizeste isto, para que mataste meus servos e servas? Acaso Deus te enviou de lá com esta finalidade? E a Morte disse, na verdade, meu Senhor Abraão, não é como tu dizes mas por tua causa é que fui enviado para cá. Abraão disse à Morte, porque então estes morreram? O Senhor não falou E a Morte disse, crês, justíssimo Abraão, que isto também é maravilhoso, que tu não foste tomado com eles contudo, digo te a verdade, porque se aquele que está à direita de Deus não fosse contigo tu terias ido naquela vez, tu também teria partido desta vida. O justo Abraão disse, agora compreendo a indiferença da Morte, da maneira que meu espírito desfaleça, mas rogo-te, ó Morte que a tudo destróis, visto que meus servos morreram antes do tempo, oremos ao Senhor nosso Deus para que ele nos ouça e ressuscite aqueles que morreram por tua ferocidade antes do tempo determinado. E Morte disse, Amém, assim seja. Então Abraão caiu com a face no chão e a oração, e a Morte juntamente com ele, e o Senhor enviou um espírito de vida sobre aqueles que estavam mortos e eles reviveram novamente. Então o justo Abraão deu glória a Deus. 

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016


Morte Coletiva



Muitas vezes nos deparamos com situações trágicas onde grupos de pessoas desencarnam.
Vimos isso ocorrer na tragédia da Boate Kiss, nos atentados de 11 de Setembro, em outros acidentes aéreos, incêndio no Edifício Joelma, Andraus e tantas outras tragédias .
Abalando a todos.
Deixando a todos com a mesma questão.
Porque?
O espiritualismo se nos esclarece esta dúvida e tantas outras.
Segundo a espiritualidade nesses casos houve um resgate coletivo.
O livro O Consolador psicografado pelo médium Chico Xavier nos diz:
"Como se processa a provação coletiva?
Na provação coletiva verifica-se a convocação dos Espíritos encarnados, participantes do mesmo débito, com referência ao passado delituoso e obscuro.
O mecanismo da justiça, nas leis das compensações, funciona então espontaneamente, através do preposto de Cristo, que convocam os comparsas na divida no pretérito para os resgates em comum, razão por que, muitas vezes, intitulais "doloroso acaso" às circunstâncias reúnem as criaturas mais díspares no mesmo acidente, que lhes ocasiona     a morte do corpo físico ou as mais variadas mutilações, no quadro dos seus compromissos individuais"  
Em outras palavras:
Todos numa vida passada tiveram algum elo seja de fraternal ou parental, ou não, reencontrando-se apenas no dia fatídico e todos cometeram atos semelhantes na existência pretérita.
E em conjunto na existência passada descumpriram a lei divina deixando um débito a ser quitado.
Todos tinham de estar na mesma hora, local para pagar, sanar este débito pretérito.
Uma espécie de reajuste, acerto de contas com Deus a espiritualidade.
Leon Denis nos diz no livro - O Problema do ser do Destino e da dor - primeira parte:
"Pergunta-se às vezes o que se deve pensar das mortes prematuras, das mortes acidentais, das catástrofes que, de um golpe, destroem numerosas existências humanas. Como conciliar esses fatos com a ideia de plano, de providência, de harmonia universal?
As existências interrompidas prematuramente por causa de acidentes chegaram ao seu termo previsto. São em geral, complementares de existências anteriores, truncadas por causa de abusos ou excessos. Quando, em conseqüências de hábitos desregrados, se gastaram os recursos vitais antes da hora marcada pela natureza. Tem-se de voltar a perfazer, numa existência mais curta, o lapso de tempo que a existência precedente devia ter normalmente preenchido. Sucede que os seres humanos, que devem dar essa reparação, se reúnem num ponto pela força do destino, para sofrerem, numa morte trágica, as conseqüências de atos que têm relação com o passado anterior ao nascimento. Daí, as mortes coletivas, as catástrofes que lançam no mundo um aviso. Aqueles que assim partem, acabaram o tempo que tinham de viver e vão preparar-se para existências melhores."
Divaldo Franco nos diz com muita propriedade:
"As mortes coletivas acontecem por fenômenos cármicos, decorrência natural da lei de causalidade. Aqueles que coletivamente feriram, magoaram, agrediram, desrespeitaram, as leis de uma ou de outra forma, encontram-se nas sucessivas jornadas da reencarnação para coletivamente resgatarem os crimes perpetuados.
"Ou seja, todos de um determinado grupo ou não tem suas provas e expiações serem pagas.
Não adianta, é a Lei Divina.
Deus permite que isso aconteça, não por Ele ser vingativo. Nada disso.
Tudo coopera para o bem. 
Calamidades, tragédias são necessárias para nosso próprio bem, para nosso 
adiantamento, para nosso crescimento moral, psicológico e espiritual.
Essas pessoas tiveram que partir de forma coletiva para o seu próprio bem, para o seu adiantamento moral e espiritual.
Todos os dias uma equipe médica e socorrista é prepara para receber a todos os que 
partem seja de forma coletiva ou individual.
Divaldo Franco ainda nos esclarece:
"Aqueles que individualmente se acham renovados pelo processo da renovação moral, 
aqueles que conseguiram romper as amarras do grupo, pelo Bem que fizeram, naturalmente minimizaram as conseqüências do Mal que realizaram, e muitas vezes são poupados, estão excluídos do débito coletivo pelo Bem que individualmente fizeram. 
Muitas vezes, num acidente aéreo, uma pessoa escapa; outro chega ao balcão do aeroporto e acaba de perder o vôo. Mas aquele “perder” de um voo foi o “ganhar” da existência planetária; num acidente alguém consegue sobreviver" .Ou seja a morte nada mais é que a libertação do nosso verdadeiro eu, a libertação de um cativeiro.
A morte é o retorno da criatura a seu criador.
Não existe fatalidade, não existe azar.
Allan Kardec no Livro do Espíritos nos esclarece com mais profundidade ainda a essa 
questão - A Morte Coletiva Porque?
"Fatalidade 851. Haverá fatalidade nos acontecimentos da vida, conforme o sentido que se
dá a este vocábulo? Quer dizer: todos os acontecimentos são predeterminados? E, neste
caso, que vem a ser do livre-arbítrio? “A fatalidade existe unicamente pela escolha que o
Espírito fez, ao encarnar, desta ou daquela prova para sofrer. Escolhendo-a, instituiu para si
uma espécie de destino, que é a consequência mesma da posição em que vem a achar-se colocado. Falo das provas físicas, pois, pelo que toca às provas morais e às tentações, o Espírito, conservando o livre-arbítrio quanto ao bem e ao mal, é sempre senhor de ceder ou de resistir. Ao vê-lo fraquear, um bom Espírito pode vir-lhe em auxílio, mas não pode influir sobre ele de maneira a dominar-lhe a vontade. Um Espírito mau, isto é, inferior, mostrando-lhe, exagerando aos seus olhos um perigo físico, o poderá abalar e amedrontar. Nem por isso, entretanto, a vontade do Espírito encarnado deixa de se conservar livre de quaisquer peias.” 852. Há pessoas que parecem perseguidas por uma fatalidade, independente da maneira por que procedem. Não lhes estará no destino o infortúnio? “São, talvez, provas que lhes caiba sofrer e que elas escolheram. Porém, ainda aqui lançais à conta do destino o que as mais das vezes é apenas consequência de vossas próprias faltas. Trata de ter pura a consciência em meio dos males que te afligem e já bastante consolado te sentirás.” As ideias exatas ou falsas que fazemos das coisas nos levam a ser bem ou malsucedidos, de acordo com o nosso caráter e a nossa posição social.
Achamos mais simples e menos humilhante para o nosso amor-próprio atribuir antes à sorte ou ao destino os insucessos que experimentamos, do que à nossa própria falta. É certo que para isso contribui algumas vezes a influência dos Espíritos, mas também o é que podemos sempre forrar-nos a essa influência, repelindo as ideias que eles nos sugerem, quando más. 853. Algumas pessoas só escapam de um perigo mortal para cair em outro. Parece que não podiam escapar da morte. Não há nisso fatalidade? “Fatal, no verdadeiro sentido da palavra, só o instante da morte o é. Chegado esse momento, de uma forma ou doutra, a ele não podeis furtar-vos.” a) Assim, qualquer que seja o perigo que nos ameace, se a hora da morte ainda não chegou, não morreremos? “Não; não perecerás e tens disso milhares de exemplos. Quando, porém, soe a hora da tua partida, nada poderá impedir que partas. Deus sabe de antemão de que gênero será a morte do homem e muitas vezes seu Espírito também o sabe, por lhe ter sido isso revelado, quando escolheu tal ou qual existência.” 854. Do fato de ser infalível a hora da morte, poder-se-á deduzir que sejam inúteis as precauções que tomemos para evitá-la? “Não, visto que as precauções que tomais vos são sugeridas com o fito de evitardes a morte que vos ameaça. São um dos meios empregados para que ela não se dê.” 855. Com que fim nos faz a Providência correr perigos que nenhuma consequência devem ter? “O fato de ser a tua vida posta em perigo constitui um aviso que tu mesmo desejaste, a fim de te desviares do mal e te tornares melhor. Se escapas desse perigo, quando ainda sob a impressão do risco que correste, cogitas, mais ou menos seriamente, de te melhorares, conforme seja mais ou menos forte sobre ti a influência dos Espíritos bons. Sobrevindo o mau Espírito (digo mau, subentendendo o mal que ainda existe nele), entras a pensar que do mesmo modo escaparás a outros perigos e deixas que de novo tuas paixões se desencadeiem. Por meio dos perigos que correis, Deus vos lembra a vossa fraqueza e a fragilidade da vossa existência. Se examinardes a causa e a natureza do perigo, verificareis que, quase sempre, suas consequências teriam sido a punição de uma falta cometida ou da negligência no cumprimento de um dever. Deus, por essa forma, exorta o Espírito a cair em si e a se emendar.” (526 a 532) 856. Sabe o Espírito antecipadamente de que gênero será sua morte? “Sabe que o gênero de vida que escolheu o expõe mais a morrer desta do que daquela maneira. Sabe igualmente quais as lutas que terá de sustentar para evitá-lo e que, se Deus o permitir, não sucumbirá.” 857. Há homens que afrontam os perigos dos combates, persuadidos, de certo modo, de que a hora não lhes chegou. Haverá algum fundamento para essa confiança? “Muito amiúde tem o homem o pressentimento do seu fim, como pode ter o de que ainda não morrerá. Esse pressentimento lhe vem dos Espíritos seus protetores, que assim o advertem para que esteja pronto a partir, ou lhe fortalecem a coragem nos momentos em que mais dela necessita. Pode vir-lhe também da intuição que tem da existência que escolheu, ou da missão que aceitou e que sabe ter que cumprir.” (411 a 522) 858. Por que razão os que pressentem a morte a temem geralmente menos do que os outros? “Quem teme a morte é o homem, não o Espírito. Aquele que a pressente pensa mais como Espírito do que como homem. Compreende ser ela a sua libertação e espera-a.” 859. Com todos os acidentes, que nos sobrevêm no curso da vida, se dá o mesmo que com a morte, que não pode ser evitada, quando tem de ocorrer? “São de ordinário coisas muito insignificantes, de sorte que vos podemos prevenir deles e fazer que os eviteis algumas vezes, dirigindo o vosso pensamento, pois nos desagradam os sofrimentos materiais. Isso, porém, nenhuma importância tem na vida que escolhestes. A fatalidade, verdadeiramente, só existe quanto ao momento em que deveis aparecer e desaparecer deste mundo.” Parte Terceira – Capítulo X 380 a) Haverá fatos que forçosamente devam dar-se e que os Espíritos não possam conjurar, embora o queiram? “Há, mas que tu viste e pressentiste quando, no estado de Espírito, fizeste a tua escolha. Não creias, entretanto, que tudo o que sucede esteja escrito, como costumam dizer. Um acontecimento qualquer pode ser a consequência de um ato que praticaste por tua livre vontade, de tal sorte que, se não o houvesses praticado, o acontecimento não se teria dado. Imagina que queimas o dedo. Isso nada mais é senão resultado da tua imprudência e efeito da matéria. Só as grandes dores, os fatos importantes e capazes de influir no moral, Deus os prevê, porque são úteis à tua depuração e à tua instrução.”
Em resumo ninguém a de escapar do destino que lhes fora traçado ainda no plano espiritual.
Todos nós crentes ou não - não sabemos o que nos foi preparado.
Quando vai ser nem se vai ser coletivo ou não.
Só parte-se antes do tempo no suicídio, não nessas tragédias.
Irmão e irmã Deus é tão misericordioso que antes dessas partidas Ele pré seleciona uma verdadeira equipe médica.
Nossos irmãos que partiram estão bem, alguns por estarem demasiadamente revoltado, assustado são postos para dormir. 
Por meio de anestesia e lá recebem todo socorro necessário.
E aos poucos são doutrinados, esclarecidos quanto a nova existência.
Podem demorar para aceitar sua nova condição o que é natural que ocorra pois alguns partem no auge de sua juventude. Mas uma hora irão aceitar.
É aí que nosso auxílio é importante.
Como?
Não demonstrar desespero.
O desespero piora a situação deles, principalmente dos que ainda não aceitaram sua nova condição. Dificultando tanto o auxílio da espiritualidade como o próprio adiantamento espiritual do ou dos envolvidos.
Devemos sim, nos irmanar todos em oração pelos que ficam, parentes e amigos e também pelos que partiram.
Enviando a todos os envolvidos seja de forma direta ou indireta uma vibração positiva de amor, misericórdia e perdão.
Pedir sabedoria, força e paciência aos que ficaram.
E luz, paz e entendimento para os que partiram.
Sem dor, sem revolta contra Deus e/ou as circunstâncias que custaram a vida dos nossos amados. Com lágrimas nos olhos e nó na garganta sim.
Mas na certeza que Deus Pai de Misericórdia já os acolheu.
Seguir nossas vidas na certeza que no momento certo iremos nos encontrar com todos os nossos parentes e amigos que partiram antes de nós.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016


Morte Coletiva



Muitas vezes nos deparamos com situações trágicas onde grupos de pessoas desencarnam.
Vimos isso ocorrer na tragédia da Boate Kiss, nos atentados de 11 de Setembro, em outros acidentes aéreos, incêndio no Edifício Joelma, Andraus e tantas outras tragédias .
Abalando a todos.
Deixando a todos com a mesma questão.
Porque?
O espiritualismo se nos esclarece esta dúvida e tantas outras.
Segundo a espiritualidade nesses casos houve um resgate coletivo.
O livro O Consolador psicografado pelo médium Chico Xavier nos diz:
"Como se processa a provação coletiva?
Na provação coletiva verifica-se a convocação dos Espíritos encarnados, participantes do mesmo débito, com referência ao passado delituoso e obscuro.
O mecanismo da justiça, nas leis das compensações, funciona então espontaneamente, através do preposto de Cristo, que convocam os comparsas na divida no pretérito para os resgates em comum, razão por que, muitas vezes, intitulais "doloroso acaso" às circunstâncias reúnem as criaturas mais díspares no mesmo acidente, que lhes ocasiona     a morte do corpo físico ou as mais variadas mutilações, no quadro dos seus compromissos individuais"  
Em outras palavras:
Todos numa vida passada tiveram algum elo seja de fraternal ou parental, ou não, reencontrando-se apenas no dia fatídico e todos cometeram atos semelhantes na existência pretérita.
E em conjunto na existência passada descumpriram a lei divina deixando um débito a ser quitado.
Todos tinham de estar na mesma hora, local para pagar, sanar este débito pretérito.
Uma espécie de reajuste, acerto de contas com Deus a espiritualidade.
Leon Denis nos diz no livro - O Problema do ser do Destino e da dor - primeira parte:
"Pergunta-se às vezes o que se deve pensar das mortes prematuras, das mortes acidentais, das catástrofes que, de um golpe, destroem numerosas existências humanas. Como conciliar esses fatos com a ideia de plano, de providência, de harmonia universal?
As existências interrompidas prematuramente por causa de acidentes chegaram ao seu termo previsto. São em geral, complementares de existências anteriores, truncadas por causa de abusos ou excessos. Quando, em conseqüências de hábitos desregrados, se gastaram os recursos vitais antes da hora marcada pela natureza. Tem-se de voltar a perfazer, numa existência mais curta, o lapso de tempo que a existência precedente devia ter normalmente preenchido. Sucede que os seres humanos, que devem dar essa reparação, se reúnem num ponto pela força do destino, para sofrerem, numa morte trágica, as conseqüências de atos que têm relação com o passado anterior ao nascimento. Daí, as mortes coletivas, as catástrofes que lançam no mundo um aviso. Aqueles que assim partem, acabaram o tempo que tinham de viver e vão preparar-se para existências melhores."
Divaldo Franco nos diz com muita propriedade:
"As mortes coletivas acontecem por fenômenos cármicos, decorrência natural da lei de
causalidade. Aqueles que coletivamente feriram, magoaram, agrediram, desrespeitaram, as eis de uma ou de outra forma, encontram-se nas sucessivas jornadas da reencarnação 
para coletivamente resgatarem os crimes perpetuados.
"Ou seja, todos de um determinado grupo ou não tem suas provas e expiações a serem 
pagas.
Não adianta, é a Lei Divina.
Deus permite que isso aconteça, não por Ele ser vingativo. Nada disso.
Tudo coopera para o bem. 
Calamidades, tragédias são necessárias para nosso próprio bem, para nosso 
adiantamento, para nosso crescimento moral, psicológico e espiritual.
Essas pessoas tiveram que partir de forma coletiva para o seu próprio bem, para o seu 
adiantamento moral e espiritual.
Todos os dias uma equipe médica e socorrista é prepara para receber a todos os que 
partem seja de forma coletiva ou individual.
Divaldo Franco ainda nos esclarece:
"Aqueles que individualmente se acham renovados pelo processo da renovação moral, 
aqueles que conseguiram romper as amarras do grupo, pelo Bem que fizeram, 
naturalmente minimizaram as conseqüências do Mal que realizaram, e muitas vezes são 
poupados, estão excluídos do débito coletivo pelo Bem que individualmente fizeram. 
Muitas vezes, num acidente aéreo, uma pessoa escapa; outro chega ao balcão do 
aeroporto e acaba de perder o vôo. Mas aquele “perder” de um voo foi o “ganhar” da 
existência planetária; num acidente alguém consegue sobreviver"
Ou seja a morte nada mais é que a libertação do nosso verdadeiro eu, a libertação de um 
cativeiro.
A morte é o retorno da criatura a seu criador.
Não existe fatalidade, não existe azar.
Allan Kardec no Livro do Espíritos nos esclarece com mais profundidade ainda a essa 
questão - A Morte Coletiva Porque?
"Fatalidade 851. Haverá fatalidade nos acontecimentos da vida, conforme o sentido que se
dá a este vocábulo? Quer dizer: todos os acontecimentos são predeterminados? E, neste
caso, que vem a ser do livre-arbítrio? “A fatalidade existe unicamente pela escolha que o
Espírito fez, ao encarnar, desta ou daquela prova para sofrer. Escolhendo-a, instituiu para si
uma espécie de destino, que é a consequência mesma da posição em que vem a achar-se colocado. Falo das provas físicas, pois, pelo que toca às provas morais e às tentações, o Espírito, conservando o livre-arbítrio quanto ao bem e ao mal, é sempre senhor de ceder ou de resistir. Ao vê-lo fraquear, um bom Espírito pode vir-lhe em auxílio, mas não pode influir sobre ele de maneira a dominar-lhe a vontade. Um Espírito mau, isto é, inferior, mostrando-lhe, exagerando aos seus olhos um perigo físico, o poderá abalar e amedrontar. Nem por isso, entretanto, a vontade do Espírito encarnado deixa de se conservar livre de quaisquer peias.” 852. Há pessoas que parecem perseguidas por uma fatalidade, independente da maneira por que procedem. Não lhes estará no destino o infortúnio? “São, talvez, provas que lhes caiba sofrer e que elas escolheram. Porém, ainda aqui lançais à conta do destino o que as mais das vezes é apenas consequência de vossas próprias faltas. Trata de ter pura a consciência em meio dos males que te afligem e já bastante consolado te sentirás.” As ideias exatas ou falsas que fazemos das coisas nos levam a ser bem ou malsucedidos, de acordo com o nosso caráter e a nossa posição social.
Achamos mais simples e menos humilhante para o nosso amor-próprio atribuir antes à sorte ou ao destino os insucessos que experimentamos, do que à nossa própria falta. É certo que para isso contribui algumas vezes a influência dos Espíritos, mas também o é que podemos sempre forrar-nos a essa influência, repelindo as ideias que eles nos sugerem, quando más. 853. Algumas pessoas só escapam de um perigo mortal para cair em outro. Parece que não podiam escapar da morte. Não há nisso fatalidade? “Fatal, no verdadeiro sentido da palavra, só o instante da morte o é. Chegado esse momento, de uma forma ou doutra, a ele não podeis furtar-vos.” a) Assim, qualquer que seja o perigo que nos ameace, se a hora da morte ainda não chegou, não morreremos? “Não; não perecerás e tens disso milhares de exemplos. Quando, porém, soe a hora da tua partida, nada poderá impedir que partas. Deus sabe de antemão de que gênero será a morte do homem e muitas vezes seu Espírito também o sabe, por lhe ter sido isso revelado, quando escolheu tal ou qual existência.” 854. Do fato de ser infalível a hora da morte, poder-se-á deduzir que sejam inúteis as precauções que tomemos para evitá-la? “Não, visto que as precauções que tomais vos são sugeridas com o fito de evitardes a morte que vos ameaça. São um dos meios empregados para que ela não se dê.” 855. Com que fim nos faz a Providência correr perigos que nenhuma consequência devem ter? “O fato de ser a tua vida posta em perigo constitui um aviso que tu mesmo desejaste, a fim de te desviares do mal e te tornares melhor. Se escapas desse perigo, quando ainda sob a impressão do risco que correste, cogitas, mais ou menos seriamente, de te melhorares, conforme seja mais ou menos forte sobre ti a influência dos Espíritos bons. Sobrevindo o mau Espírito (digo mau, subentendendo o mal que ainda existe nele), entras a pensar que do mesmo modo escaparás a outros perigos e deixas que de novo tuas paixões se desencadeiem. Por meio dos perigos que correis, Deus vos lembra a vossa fraqueza e a fragilidade da vossa existência. Se examinardes a causa e a natureza do perigo, verificareis que, quase sempre, suas consequências teriam sido a punição de uma falta cometida ou da negligência no cumprimento de um dever. Deus, por essa forma, exorta o Espírito a cair em si e a se emendar.” (526 a 532) 856. Sabe o Espírito antecipadamente de que gênero será sua morte? “Sabe que o gênero de vida que escolheu o expõe mais a morrer desta do que daquela maneira. Sabe igualmente quais as lutas que terá de sustentar para evitá-lo e que, se Deus o permitir, não sucumbirá.” 857. Há homens que afrontam os perigos dos combates, persuadidos, de certo modo, de que a hora não lhes chegou. Haverá algum fundamento para essa confiança? “Muito amiúde tem o homem o pressentimento do seu fim, como pode ter o de que ainda não morrerá. Esse pressentimento lhe vem dos Espíritos seus protetores, que assim o advertem para que esteja pronto a partir, ou lhe fortalecem a coragem nos momentos em que mais dela necessita. Pode vir-lhe também da intuição que tem da existência que escolheu, ou da missão que aceitou e que sabe ter que cumprir.” (411 a 522) 858. Por que razão os que pressentem a morte a temem geralmente menos do que os outros? “Quem teme a morte é o homem, não o Espírito. Aquele que a pressente pensa mais como Espírito do que como homem. Compreende ser ela a sua libertação e espera-a.” 859. Com todos os acidentes, que nos sobrevêm no curso da vida, se dá o mesmo que com a morte, que não pode ser evitada, quando tem de ocorrer? “São de ordinário coisas muito insignificantes, de sorte que vos podemos prevenir deles e fazer que os eviteis algumas vezes, dirigindo o vosso pensamento, pois nos desagradam os sofrimentos materiais. Isso, porém, nenhuma importância tem na vida que escolhestes. A fatalidade, verdadeiramente, só existe quanto ao momento em que deveis aparecer e desaparecer deste mundo.” Parte Terceira – Capítulo X 380 a) Haverá fatos que forçosamente devam dar-se e que os Espíritos não possam conjurar, embora o queiram? “Há, mas que tu viste e pressentiste quando, no estado de Espírito, fizeste a tua escolha. Não creias, entretanto, que tudo o que sucede esteja escrito, como costumam dizer. Um acontecimento qualquer pode ser a consequência de um ato que praticaste por tua livre vontade, de tal sorte que, se não o houvesses praticado, o acontecimento não se teria dado. Imagina que queimas o dedo. Isso nada mais é senão resultado da tua imprudência e efeito da matéria. Só as grandes dores, os fatos importantes e capazes de influir no moral, Deus os prevê, porque são úteis à tua depuração e à tua instrução.”
Em resumo ninguém a de escapar do destino que lhes fora traçado ainda no plano espiritual.
Todos nós crentes ou não - não sabemos o que nos foi preparado.
Quando vai ser nem se vai ser coletivo ou não.
Só parte-se antes do tempo no suicídio, não nessas tragédias.
Irmão e irmã Deus é tão misericordioso que antes dessas partidas Ele pré seleciona uma verdadeira equipe médica.
Nossos irmãos que partiram estão bem, alguns por estarem demasiadamente revoltado, assustado são postos para dormir. 
Por meio de anestesia e lá recebem todo socorro necessário.
E aos poucos são doutrinados, esclarecidos quanto a nova existência.
Podem demorar para aceitar sua nova condição o que é natural que ocorra pois alguns partem no auge de sua juventude. Mas uma hora irão aceitar.
É aí que nosso auxílio é importante.
Como?
Não demonstrar desespero.
O desespero piora a situação deles, principalmente dos que ainda não aceitaram sua nova condição. Dificultando tanto o auxílio da espiritualidade como o próprio adiantamento espiritual do ou dos envolvidos.
Devemos sim, nos irmanar todos em oração pelos que ficam, parentes e amigos e também pelos que partiram.
Enviando a todos os envolvidos seja de forma direta ou indireta uma vibração positiva de amor, misericórdia e perdão.
Pedir sabedoria, força e paciência aos que ficaram.
E luz, paz e entendimento para os que partiram.
Sem dor, sem revolta contra Deus e/ou as circunstâncias que custaram a vida dos nossos amados . Com lágrimas nos olhos e nó na garganta sim.
Mas na certeza que Deus Pai de Misericórdia já os acolheu.
Seguir nossas vidas na certeza que no momento certo iremos nos encontrar com todos os nossos parentes e amigos que partiram antes de nós.

Prece aos Desencarnados

Caríssimos irmãos e irmãs em Cristo Jesus Irmanados na mesma fé, lembremo-nos hoje de nossos irmãos e irmãs que desencarnaram em meio a...