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quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Transcomunicação Instrumental


A transcomunicação nada mais é que um recurso que permite a comunicação entre nós os encarnados, ou seja vivos com o mundo além túmulo por meio de aparelhos eletrônicos.
Segundo os transcomunicadores, ela pode ser utilizada como prova científica de que realmente a morte não existe.
Embora esta técnica seja pouco conhecida, ela existe há mais de 100 anos. A primeira obra sobre o assunto foi publicada no Rio de Janeiro em 1925 por Oscar D'argonnel onde o autor relata diversos casos de comunicação com os mortos através do telefone. Mas, por se tratar de um veículo propenso a fraudes, o livro não recebeu a devida importância e passaram-se décadas até que em 1959, Friedrich Jurgenson, sueco e critico de arte, gravava o canto dos pássaros no campo e percebeu vozes que pareciam humanas no meio da gravação. Estava sozinho e as vozes apareciam em linguas diferentes, o que descartava a possibilidade de tratar-se de uma estação de rádio amadora. As vozes então apresentaram-se como sendo vozes de pessoas mortas. Impressionado, Friedrich Jurgenson passou a aperfeiçoar suas técnicas, obtendo resultados notáveis. Ele então reuniu toda sua experiência no livro “Telefone para o Além” tornando o assunto mais conhecido.
transcomunicação instrumental (TCI) estuda a comunicação entre vivos e mortos através de aparelhos eletrónicos como por exemplo rádiotelevisãotelefone e computador.
Por vezes o termo é confundido com o fenômeno da voz eletrônica que, por se tratar apenas da manifestação de vozes em aparelhos, está contido dentro da TCI.
Segundo Sonia Rinaldi, fundadora da ação Nacional de Transcomunicadores – ANT - e uma das grandes pesquisadoras do assunto, o Brasil tem hoje os melhores resultados do mundo. Sonia passou a se interessar pelo assunto em 1988, quando frequentava o Instituto Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicas - IBPP - dirigido pelo dr. Hernani Guimarães Andrade. Foi ele quem sugeriu que iniciasse as gravações, e como naquela época não havia qualquer tipo de orientação, resolveram então seguir a intuição. 
A possibilidade de comunicações com o mundo espiritual sem a interferência direta de um médium, foi considerada por diversos inventores no começo do século XX. Nos Estados Unidos, em 1920, Thomas Edison disse ao repórter B.F. Forbes que ele estava trabalhando em uma máquina que poderia fazer contato com espíritos de mortos. Jornais do mundo todo noticiaram a história. Depois de alguns anos Edison admitiu que ele inventou a história toda. (Thomas Edison National Historical Park).
No Brasil, o português naturalizado Augusto de Oliveira Cambraia, patenteou, em 1909, o "Telégrafo Vocativo Cambraia" de 1909, que propunha um sistema de comunicação a distância, utilizando-se 'das almas e espíritos que vagam pela estratosfera', este último referindo-se talvez aos atuais satélites de comunicação (RAINHO).
A primeira obra sobre o assunto, ainda sem a moderna denominação, foi "Vozes do Além pelo Telephone (Novo e admirável systema de communicação - Os espíritos fallando pelo telephone)" de Oscar D'Argonnel, publicada no Rio de Janeiro, em 1925. O autor conhecido pesquisador espírita do começo do século XX, nela reuniu diversos casos onde a comunicação com os mortos podia dar-se através do telefone. Apesar de suas ponderadas considerações, por ser um veículo particularmente propenso a fraudes e engodos, o assunto não mereceu outras abordagens mais sérias, durante décadas.
A moderna fase da TCI iniciou-se com o crítico de arte sueco Friedrich Jürgenson (1903-1987) que, em seus momentos de lazer, em sua casa de campo em Molbno, tinha o hábito de gravar o canto dos pássaros da região. Em 1959, ao escutar uma dessas gravações, deparou-se com vozes humanas entre os cantos gravados. Estranhou o fato, uma vez que estivera absolutamente só ao realizar a gravação, no meio de um bosque. Ao ouvir com mais cuidado, notou que se tratava de vozes de pessoas e que podiam ser percebidas palavras em vários idiomas, o que descartava a hipótese de interferência de alguma emissora de rádio. Aprofundando-se em novas gravações, assombrou-se ao perceber que as vozes o chamavam pelo nome, por apelidos e que podiam responder a perguntas feitas no local, o que também descartava a hipótese de captação de rádio-amador ou outro tipo de transmissão à distância. Indagando de quem seriam aquelas vozes, a resposta não tardou: "Somos os mortos...".
A partir de então, Jüergenson aprofundou-se nas pesquisas e aperfeiçoou o método de captação da vozes. Com os resultados obtidos, lançou a obra "Sprechfunk Mit Verstorbenem" (1967, publicada em língua portuguesa em 1972 sob o título "Telefone para o Além"), tornando o assunto conhecido do grande público.
Outra referência sobre a pesquisa em TCI é o trabalho do Dr. Konstantin Raudive (1909-1974) publicada sob o título "Unhörbares Wird Hörbar" (1968), publicada em língua inglesaem 1971 sob o título "Breakthrough". Nela relaciona diversos nomes de estações emissoras do além, como a "Stúdio Kelpe", "Rádio Peter", "Kegele", "Kostule", "Ponte Goethe", "Vários Transmissores", "Rádio Sigtuma", "Arvides", "Irvines", entre outras (RAUDIVE, 1971:178).
Posteriormente, em 1978 o pesquisador estadunidense George Meek, através de um aparelho de sua invenção, o "Spiricom", estabeleceu diálogo com um espírito identificado como "Dr. Muler". Na década de 1980 muitos outros contatos foram registrados por outros pesquisadores, nomeadamente na Europa.
No Brasil, nos anos 70 a escritora Hilda Hilst foi uma pioneira nas experiências com Transcomunicação Instrumental, tendo gravado diversas vozes em sua residência, a Casa do Sol. Em entrevista à revista Planeta de Julho de 1977, afirmou ter se interessado pelo tema após ler o livro Telefone para o Além, de Friedrich Jürgenson.
O Brasil sediou um Congresso Internacional de Transcomunicação em Maio de 1992, na cidade de São Paulo, com a participação dos pesquisadores Hernani Guimarães AndradeSônia Rinaldi. No país, à época, a maioria das comunicações era registada através de gravadores de fita magnética.












segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Retrospectiva 2017


E hoje no décimo primeiro dia da retrospectiva de 2017, veremos a postagem mais visualizada do mês de novembro.
Com 22 visualizações: 

Post Trans comunicação instrumental


A transcomunicação nada mais é que um recurso que permite a comunicação entre nós os encarnados, ou seja vivos com o mundo além túmulo por meio de aparelhos eletrônicos.
Segundo os transcomunicadores, ela pode ser utilizada como prova científica de que realmente a morte não existe.
Embora esta técnica seja pouco conhecida, ela existe há mais de 100 anos. A primeira obra sobre o assunto foi publicada no Rio de Janeiro em 1925 por Oscar D'argonnel onde o autor relata diversos casos de comunicação com os mortos através do telefone. Mas, por se tratar de um veículo propenso a fraudes, o livro não recebeu a devida importância e passaram-se décadas até que em 1959, Friedrich Jurgenson, sueco e critico de arte, gravava o canto dos pássaros no campo e percebeu vozes que pareciam humanas no meio da gravação. Estava sozinho e as vozes apareciam em linguas diferentes, o que descartava a possibilidade de tratar-se de uma estação de rádio amadora. As vozes então apresentaram-se como sendo vozes de pessoas mortas. Impressionado, Friedrich Jurgenson passou a aperfeiçoar suas técnicas, obtendo resultados notáveis. Ele então reuniu toda sua experiência no livro “Telefone para o Além” tornando o assunto mais conhecido.
A transcomunicação instrumental (TCI) estuda a comunicação entre vivos e mortos através de aparelhos eletrónicos como por exemplo rádiotelevisãotelefone e computador.
Por vezes o termo é confundido com o fenômeno da voz eletrônica que, por se tratar apenas da manifestação de vozes em aparelhos, está contido dentro da TCI.
Segundo Sonia Rinaldi, fundadora da ação Nacional de Transcomunicadores – ANT - e uma das grandes pesquisadoras do assunto, o Brasil tem hoje os melhores resultados do mundo. Sonia passou a se interessar pelo assunto em 1988, quando frequentava o Instituto Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicas - IBPP - dirigido pelo dr. Hernani Guimarães Andrade. Foi ele quem sugeriu que iniciasse as gravações, e como naquela época não havia qualquer tipo de orientação, resolveram então seguir a intuição. 
A possibilidade de comunicações com o mundo espiritual sem a interferência direta de um médium, foi considerada por diversos inventores no começo do século XX. Nos Estados Unidos, em 1920, Thomas Edison disse ao repórter B.F. Forbes que ele estava trabalhando em uma máquina que poderia fazer contato com espíritos de mortos. Jornais do mundo todo noticiaram a história. Depois de alguns anos Edison admitiu que ele inventou a história toda. (Thomas Edison National Historical Park).
No Brasil, o português naturalizado Augusto de Oliveira Cambraia, patenteou, em 1909, o "Telégrafo Vocativo Cambraia" de 1909, que propunha um sistema de comunicação a distância, utilizando-se 'das almas e espíritos que vagam pela estratosfera', este último referindo-se talvez aos atuais satélites de comunicação (RAINHO).
A primeira obra sobre o assunto, ainda sem a moderna denominação, foi "Vozes do Além pelo Telephone (Novo e admirável systema de communicação - Os espíritos fallando pelo telephone)" de Oscar D'Argonnel, publicada no Rio de Janeiro, em 1925. O autor conhecido pesquisador espírita do começo do século XX, nela reuniu diversos casos onde a comunicação com os mortos podia dar-se através do telefone. Apesar de suas ponderadas considerações, por ser um veículo particularmente propenso a fraudes e engodos, o assunto não mereceu outras abordagens mais sérias, durante décadas.
A moderna fase da TCI iniciou-se com o crítico de arte sueco Friedrich Jürgenson (1903-1987) que, em seus momentos de lazer, em sua casa de campo em Molbno, tinha o hábito de gravar o canto dos pássaros da região. Em 1959, ao escutar uma dessas gravações, deparou-se com vozes humanas entre os cantos gravados. Estranhou o fato, uma vez que estivera absolutamente só ao realizar a gravação, no meio de um bosque. Ao ouvir com mais cuidado, notou que se tratava de vozes de pessoas e que podiam ser percebidas palavras em vários idiomas, o que descartava a hipótese de interferência de alguma emissora de rádio. Aprofundando-se em novas gravações, assombrou-se ao perceber que as vozes o chamavam pelo nome, por apelidos e que podiam responder a perguntas feitas no local, o que também descartava a hipótese de captação de rádio-amador ou outro tipo de transmissão à distância. Indagando de quem seriam aquelas vozes, a resposta não tardou: "Somos os mortos...".
A partir de então, Jüergenson aprofundou-se nas pesquisas e aperfeiçoou o método de captação da vozes. Com os resultados obtidos, lançou a obra "Sprechfunk Mit Verstorbenem" (1967, publicada em língua portuguesa em 1972 sob o título "Telefone para o Além"), tornando o assunto conhecido do grande público.
Outra referência sobre a pesquisa em TCI é o trabalho do Dr. Konstantin Raudive (1909-1974) publicada sob o título "Unhörbares Wird Hörbar" (1968), publicada em língua inglesaem 1971 sob o título "Breakthrough". Nela relaciona diversos nomes de estações emissoras do além, como a "Stúdio Kelpe", "Rádio Peter", "Kegele", "Kostule", "Ponte Goethe", "Vários Transmissores", "Rádio Sigtuma", "Arvides", "Irvines", entre outras (RAUDIVE, 1971:178).
Posteriormente, em 1978 o pesquisador estadunidense George Meek, através de um aparelho de sua invenção, o "Spiricom", estabeleceu diálogo com um espírito identificado como "Dr. Muler". Na década de 1980 muitos outros contatos foram registrados por outros pesquisadores, nomeadamente na Europa.
No Brasil, nos anos 70 a escritora Hilda Hilst foi uma pioneira nas experiências com Transcomunicação Instrumental, tendo gravado diversas vozes em sua residência, a Casa do Sol. Em entrevista à revista Planeta de Julho de 1977, afirmou ter se interessado pelo tema após ler o livro Telefone para o Além, de Friedrich Jürgenson.
O Brasil sediou um Congresso Internacional de Transcomunicação em Maio de 1992, na cidade de São Paulo, com a participação dos pesquisadores Hernani Guimarães AndradeSônia Rinaldi. No país, à época, a maioria das comunicações era registada através de gravadores de fita magnética.




 

Postagem do dia 23 de novembro de 2017
Quinta Feira.
No dia 31 de dezembro, último dia do ano veremos a postagem mais vista no mês de dezembro 

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Religiões pelo mundo


No sexto capítulo da série falaremos sobre a religião Wicca





Wicca é uma religião neopagã influenciada por crenças pré-cristãs e práticas da Europa ocidental que afirma a existência do poder sobrenatural (como a magia) e os princípios físicos e espirituais masculinos e femininos que interagem com a natureza, e que celebra os ciclos da vida e os festivais sazonais, conhecidos como Sabbats, os quais ocorrem, normalmente, oito vezes por ano. Autoridades como Alex Sanders referem-se a ela como religião natural, "a mais antiga do mundo".
O nome Wicca teria origem no inglês antigo, e seu significado representa o homem que pratica bruxaria. Enquanto que wicce é a palavra no feminino para identificar a mulher que tem as mesmas crenças e práticas. O termo bruxaria em inglês é witchcraft, e modernamente as bruxas são identificadas como witch e os bruxos, wizards.
É muitas vezes referida como Witchcraft (em português"bruxaria") ou the Craft por seus seguidores, que são conhecidos como Wiccanos ou Bruxos. Suas origens contestadas residem na Inglaterra no início do século XXmas foi popularizada nos anos 50 por Gerald Gardner, que na época chamava a religião de "culto às bruxas" e "bruxaria" e seus seguidores "a Wicca" .
 A partir da década de 1960 o nome foi normalizado para "Wicca". A Wicca é uma religião politeísta, de culto basicamente dualista, que crê tradicionalmente na Mãe Tríplice e no Deus Cornífero, ou religião matriarcal de adoração à deusa mãe. Estas duas deidades são muitas vezes vistas como faces de uma divindade panteísta maior, ou que se manifestam como várias divindades politeístas. A Wicca também envolve a prática ritual da magia, em grande parte influenciada pela magia cerimonial do passado, muitas vezes em conjunto com um código de moralidade liberal conhecida como a Wiccan Rede, embora não seja uma regra. Embora algumas tradições adorem o celta Cernuno, símbolo da virilidade, e por vezes seja confundida com Satanismo, os Wiccanos e Bruxos não creem em LúciferJesus ou Satã, pois são entidades exclusivamente Cristãs.
Existem diversas tradições dentro da Wicca. Algumas, como a Wicca Gardneriana e a Alexandrina, seguem a linhagem iniciática de Gardner; ambas são frequentemente denominadas de wicca tradicional britânica, e muitos dos seus praticantes consideram que o termo "Wicca" possa ser aplicado unicamente a elas. Outras, como o cochranianismoFeri e a Tradição Diânica, tomam como principal influência outras figuras e não insistem em qualquer tipo de linhagem iniciática. Alguns destes não usam o termo "Wicca", preferindo "Bruxaria", enquanto outros creem que todas estas tradições podem ser consideradas wiccanas.
Oito Palavras Tem a Wiccan Rede. Sem Ninguém Prejudicar Faça O Que Tu Quiseres.
"Eight words the Wiccan Rede fulfill, An it harm none do what ye will"
Origem e crescimento, 1921-1959
Desde meados do século XX, a Bruxaria tornou-se a autodesignação de uma sucursal
do neopaganismo, especialmente na tradição Wicca, cujo pioneiro foi Gerald Gardner, que alegava ter resgatado uma antiga tradição religiosa da bruxaria com raízes pré-cristãs (alguns wiccanos dizem que é a mais antiga religião do mundo).
Na década de 1920 e na década de 1930, a egiptóloga Dr. Margaret Murray publicou diversos livros influentes detalhando suas teorias de que as bruxas e bruxos caçados durante a Idade Média não eram, como alegavam seus perseguidores cristãos, adeptas do Satanismo, mas simpatizantes de uma religião pagã pré-cristã que adorava um deus cornífero — o Culto Bruxo.

Princípios básicos:

Conselho Wiccano
Wiccan Rede (Conselho Wiccano) é um poema que apresenta diverso aspectos da religião neopagã Wicca
"Rede" é uma palavra do Inglês medieval significando conselho, admoestação e é normalmente utilizado nesse formato, sem tradução, pelos wiccanos lusófonos.
O Poema original é atribuído a Doreen Valiente e constaria do Livro das Sombras da Tradição Gardneriana. Existem, em inglês, diversas versões adaptadas, expandidas, alteradas de acordo com as necessidades dos interpoladores e adeptos dificultando a identificação de uma versão original. Todas as versões, no entanto, mantém traços comuns.
Em resumo esta é a Wiccan Rede:

O Poema Completo

Ter a lei Wiccaniana em aliança, em perfeito amor e perfeita confiança
Viver e deixar viver; e com justiça dar e receber.
Três vezes o círculo traçar para os maus espíritos expulsar
Para o feitiço ficar atado, é preciso que ele seja rimado.
Com doçura olhar e com carinho tocar; e falar pouco e muito escutar.
Com a lua crescente seguir em frente, cantando e dançando a runa da bruxa feliz e contente.
O sentido anti-horário vem com a lua minguante, e o uivo do lobisomem ecoa apavorante.
Se a lua no céu está nova, beije sua mão duas vezes em louvor à dama que a tudo renova.
Quando ao apogeu a lua chegar, é hora do seu desejo falar.
Quando a tempestade do vento norte chegar, é hora de trancar a porta e o barco abandonar.
Quando do sul vem o vento, o amor desabrocha a cada momento.
Quando o vento oeste põe as árvores a balançar, os espíritos dos mortos não estão a descansar.
Nove galhos no caldeirão: queime-os depressa e também com lentidão.
Muita antiguidade a senhora árvore pode ter - não a queime para amaldiçoado não ser!
Quando a rodar começar a girar, deixe o fogo de Beltane queimar.
Quando a roda em Yule chegar, acenda a cabana e deixe Pã reinar.
Cuide da flor, do ramo e da árvore com muito cuidado, pois pela senhora será abençoado!
Onde um fluxo de água você vê, atire uma pedra para a verdade saber.
Por maior que seja seu querer, não inveje o que o outro vem a ter.
Toda festa é um feliz encontro, ilumine a alma e põe o coração no ponto.
Da Lei Tríplice não se deve esquecer, pois de duas ocasiões ruins, três boas você vai ter.
Quando o infortúnio chegar, coloque a Estrela Azul no seu olhar.
Com o tolo nenhuma estação quer estar, e nem com os amigos ele pode contar.
O verdadeiro amor sempre perdura, mas o falso nunca dura.O desígnio Wiccano uma boa verdade tem: deseje o que quiser, mas sem magoar ninguém!


Origem e Crescimento - (1921 - 1959)

Desde meados do século XX, a Bruxaria tornou-se a autodesignação de uma sucursal do neopaganismo, especialmente na tradição Wicca, cujo pioneiro foi Gerald Gardner, que alegava ter resgatado uma antiga tradição religiosa da bruxaria com raízes pré-cristãs (alguns wiccanos dizem que é a mais antiga religião do mundo). Na década de 1920 e na década de 1930, a egiptóloga Dr. Margaret Murray publicou diversos livros influentes detalhando suas teorias de que as bruxas e bruxos caçados durante a Idade Média não eram, como alegavam seus perseguidores cristãos, adeptas do Satanismo, mas simpatizantes de uma religião pagã pré-cristã que adorava um deus cornífero — o Culto Bruxo. Antes de Murray, nomes como Girolamo TartarottiMatilda Joslyn GageJacob GrimmKarl PearsonJules Michelet e Charles Leland já escreviam linhas ou livros inteiros sobre o contraste entre as duas religiões na Idade Média e Renascimento. Embora nos dias de hoje a pesquisa histórica aprofundada tenha desacreditado de Murray, suas teorias foram amplamente aceitas e apoiadas na época.
Nos anos 30, apareceu a primeira evidência de uma prática pagã de religião de bruxaria (o que hoje é reconhecida como Wicca) na Inglaterra. Diversos grupos em todo o país, em lugares como Norfolk, e Cheshire se autoproclamaram continuadores da tradição do Culto Bruxo de Murray, embora estivessem abertos a influências de diversas outras fontes, tais como a Magia Cerimonial, a Maçonaria, a Teosofia, o Romantismo, o Druidismo, a mitologia clássica e as religiões asiáticas.
A Bruxaria tornou-se mais proeminente, contudo, na década de 1950 com a revogação da Lei de Feitiçaria de 1735, da qual diversas figuras, como Charles CardellCecil Williamson e notavelmente Gerald Gardner, começaram a propagar suas próprias versões do ofício. Gardner foi iniciado no New Forest coven em 1939, antes de formar sua própria tradição, mais tarde chamada Gardnerianismo. Sua tradição, auxiliada por sua Alta Sacerdotisa Doreen Valiente e com a publicação de seus livros A Bruxaria Hoje (1954) e O Sentido da Bruxaria (1959), logo se tornou a tradição dominante no país, e se espalhou para outras regiões das Ilhas Britânicas.
São comuns os boatos de que o verdadeiro autor por detrás dos escritos de Gerald Gardner, tenha sido o mago inglês Aleister Crowley. Contudo, não existem evidências que deem sustentação a esta teoria. Por outro lado, Gardner não apenas foi um membro iniciado de VIIº da Ordo Templi Orientis (ordem liderada e reformada por Crowley de uma academia maçônica para uma organização indepentende seguidora da filosofia conhecida como Thelema) como recebeu autorização para liderar os trabalhos da Ordem na Inglaterra. Com isto, é clara a herança thelemica dentro da Wicca. O postulado "faze o que tu queres desde que não faças mal a ninguém" é facilmente percebido como uma adaptação do primeiro postulado da Lei de Thelema: "Faze o que tu queres será o todo da Lei". Fora isso, trechos de rituais da Wicca Gardneriana. são cópias literais de trechos de ritos thelemicos.
Parte da confusão e má fama da religião Wicca dá-se à confusão e ignorância de muitas pessoas, os seguidores da Wicca são muitas vezes confundidos com os satanistas, ligando a bruxaria exclusivamente à magia negra. mas a verdade é que os adeptos dessa religião não acreditam no demônio. Aliás, os conceitos do diabo e do inferno fazem parte da teologia cristã e nunca existiu na Wicca, de acordo com o livro "Crenças e Práticas da Wicca".
Entre os símbolos da Wicca, o principal é o pentagrama Wicca, que é formado por uma estrela de cinco pontas inserida em um círculo. Cada ponta representa um elemento da natureza (ar, terra, fogo e água), além do espírito. O pentagrama é utilizado em forma de pigentes pelos wiccanos e funciona também como uma forma de identificação entre os seguidores.
Os seguidores da Wicca não sacrificam animais. Eles se identificam como devotados à natureza, e portanto não poderiam oferecer aos Deuses sacrifícios animais em nome da mesma. Existem as oferendas, mas estas são de elementos como frutas, vinhos e flores.
Para os seus seguidores, a Wicca, ou chamada "a arte", é a religião do amor e da alegria, que entre suas crenças está a relação das pessoas com a natureza. A figura feminina é muito importante para a bruxaria, por se tratar da personificação a mãe natureza. É a maior força do universo, quem dá a vida e mantém tudo o que existe. Para a Wicca, as pessoas pertencem à natureza, e não ao contrário, e que os animais e elementos naturais todos seriam relacionados com as pessoas, como irmãos.
Os rituais Wiccas são utilizados como forma de reestabelecer esta relação com a natureza, e acontecem de acordo com os ciclos da lua ou mudanças de estações. Os feitiços na Wicca acontecem junto aos rituais, e nunca visam o mal de outra pessoa. São sempre feitos para o bem, para conjurar amor e alegria.
Entre as crenças wiccanas, existe a chamada "Lei Tríplice", que entende que qualquer coisa que alguém deseje para a outra deverá voltar em triplo para si. E que, portanto, devemos só desejar coisas boas, para receber o bem de volta.
A religião Wicca é politeísta, existindo mais de um deus a ser reverenciado. Entre as várias linhas e/ou interpretações das crenças Wicca, ao menos duas divindades são comuns: a Deusa, que é a representação da Terra e da Lua, e o seu consorte, o Deus Cornífero (Deus dos Chifres), que é o Sol e os animais.
Os dois deuses se complementam e mantém o equilíbro do universo, com uma ideia semelhante ao yin e yang do Taoísmo.
Não existe um livro sagrado da Wicca. O que existe é o chamado Livro das Sombras, mas que é como um diário do seguidor, de forma personalizada. Não é um conjunto de normas e histórias como encontramos no Alcorão ou na Bíblia.
A Wicca no Brasil existe desde a década de 1980, em que grupos trouxeram a crença da Europa, e passaram a fazer seus rituais também aqui. A partir de 1990 houve um maior contato entre os wiccanos brasileiros e europeus, de forma a regularizar e estruturar a religião no país. Existem templos e grupos seguidores de Wicca por todo o Brasil, principalmente em Brasília e São Paulo.
Como podemos ver a religião Wicca não é esse bicho de sete cabeças, essa coisa negra, voltada ao mal.
E é justamente essa a função do Blog, evangelizar sim, mas informar, esclarecer. Provocar nas pessoas um certo despertar espiritual.
Por isso o Blog tem esse título - Evangelismo Sem Placas Nem Fronteiras.
Falamos de um pouco aqui.
Nossa função é justamente essa aproximar, não afastar.
Somos todos irmãos e estamos aqui juntos nessa jornada para aprendermos uns com os outros.
Na próxima quinta feira falaremos sobre o Candomblé.


quinta-feira, 14 de junho de 2018

Culto Cristão no Lar


O culto do Evangelho no lar não é uma inovação. É uma necessidade em toda parte onde o Cristianismo lance raízes de aperfeiçoamento e sublimação. A Boa-Nova seguiu da Manjedoura para as praças públicas e avançou da casa humilde de Simão Pedro para a glorificação no Pentecostes. A palavra do Senhor soou, primeiramente, sob o teto simples de Nazaré e, certo, se fará ouvir, de novo, por nosso intermédio, antes de tudo, no círculo dos nossos familiares e afeiçoados, com os quais devemos atender às obrigações que nos competem no tempo.
Quando o ensinamento do Mestre vibre entre as quatro paredes de um templo doméstico, os pequeninos sacrifícios tecem a felicidade comum.
A observação impensada é ouvida sem revolta.
A calúnia é isolada no algodão do silêncio.A enfermidade é recebida com calma.O erro alheio encontra compaixão.A maldade não encontra brechas para insinuar-se.
E aí, dentro desse paraíso que alguns já estão edificando, a benefício deles e dos outros, o estímulo é um cântico de solidariedade incessante, a bondade é uma fonte inexaurível de paz e entendimento, a gentileza é inspiração de todas as horas, o sorriso é a sombra de cada um e a palavra permanece revestida de luz, vinculada ao amor que o Amigo Celeste nos legou.
Somente depois da experiência evangélica do lar, o coração está realmente habilitado para distribuir o pão divino da Boa-Nova, junto da multidão, embora devamos o esclarecimento amigo e o conselho santificante aos companheiros da romagem humana, em todas as circunstâncias.
Não olvidemos, assim, os impositivos da aplicação com o Cristo, no santuário familiar, onde nos cabe o exemplo de paciência, compreensão, fraternidade, serviço, fé e bom ânimo, sob o reinado legítimo do amor, porque, estudando a Palavra do Céu em quatro Evangelhos, que constituem o Testamento da Luz, somos, cada um de nós, o quinto Evangelho inacabado, mas vivo e atuante, que estamos escrevendo com os próprios testemunhos, a fim de que a nossa vida seja uma revelação de Jesus, aberta ao olhar e à apreciação de todos, sem necessidade de utilizarmos muitas palavras na advertência ou na pregação.
Emmanuel
Fonte: XAVIER, Francisco Cândido. Luz no Lar. Por diversos Espíritos. 8. ed. Rio de Janeiro.
Fonte: Folder distribuído pela Federação Espírita Brasileira.www.febnet.org.br

POR QUE FAZER O EVANGELHO NO LAR? 

O Estudo do Evangelho no Lar abre as portas da nossa casa aos benefícios espirituais, da mesma forma que desentendimentos, brigas e xingamentos favorecem o assalto das sombras (Richard Simonetti). Atrai os bons e afasta ou esclarece os maus espíritos.
Conduz-nos a uma compreensão racional dos ensinamentos do Cristo, levando-nos ao esclarecimento e à aceitação de tê-los como roteiro seguro para nossas vidas. Ajuda-nos a superar as dificuldades no lar e fora dele, acendendo-nos a luz da compreensão e da paciência.
Modifica o padrão vibratório dos nossos pensamentos e sentimentos, desanuviando as nossa mentes congestionadas das criações inferiores, agentes da enfermidade e dos desequilíbrios. Com Jesus no Lar, pelo estudo e vivência do Evangelho, tem-se a verdadeira paz.
Com o Evangelho no Lar formamos as defesas magnéticas da nossa casa, impregnando o ambiente espiritual das energias positivas que desestimulam toda ação maléfica. É uma verdadeira segurança espiritual que passa a funcionar em benefício de todo o grupo.
Além da ajuda que essa prática proporciona no programa espiritual de todo o grupo familiar, estende a caridade aos vizinhos e a quantos se sintam também estimulados a mudar com o nosso exemplo Quantos espíritos igualmente se beneficiam com essa fonte de luz!

COMO FAZER DO EVANGELHO NO LAR?

Escolha um dia e uma hora da semana em que seja possível a presença de todos os membros da família ou da maior parte deles. Observar rigorosamente esse dia e horário para facilitar a assistência espiritual e consolidar o hábito da reunião.
Inciar a reunião com uma prece simples e espontânea num local da casa menos exposto às perturbações exteriores, em seguida, fazer a leitura de um trecho de "O Evangelho Segundo o Espiritismo", aberto ao acaso ou previamente programado para estudo em sequência.
Fazer comentários breves sobre o trecho lido, trocando opiniões com o grupo quanto à aplicação dos ensinamentos na vida diária, evitando discussões, críticas e julgamento de membros do grupo ou de conhecidos em função da mensagem evangélica.
A reunião deve ser dirigida por um membro da família ou pela pessoa que tiver mais conhecimento doutrinário, que deverá estimular a participação de todos e conduzir as explicações ao nível do entendimento prático dos presentes. Pode-se fazer outras leituras afins.
A duração deve ser de até 30 minutos, no máximo, incluindo a prece de encerramento, em que se agradecerá a assistência espiritual, lembrando a próxima reunião.
Fonte: XAVIER, Francisco Cândido. Luz no Lar. Por diversos Espíritos. 8. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1997. Cap. 1, p. 11-12.


sábado, 4 de março de 2017


Culto Cristão no Lar


O culto do Evangelho no lar não é uma inovação. É uma necessidade em toda parte onde o Cristianismo lance raízes de aperfeiçoamento e sublimação. A Boa-Nova seguiu da Manjedoura para as praças públicas e avançou da casa humilde de Simão Pedro para a glorificação no Pentecostes. A palavra do Senhor soou, primeiramente, sob o teto simples de Nazaré e, certo, se fará ouvir, de novo, por nosso intermédio, antes de tudo, no círculo dos nossos familiares e afeiçoados, com os quais devemos atender às obrigações que nos competem no tempo.

Quando o ensinamento do Mestre vibre entre as quatro paredes de um templo doméstico, os pequeninos sacrifícios tecem a felicidade comum.

A observação impensada é ouvida sem revolta.

A calúnia é isolada no algodão do silêncio.

A enfermidade é recebida com calma.

O erro alheio encontra compaixão.

A maldade não encontra brechas para insinuar-se.

E aí, dentro desse paraíso que alguns já estão edificando, a benefício deles e dos outros, o estímulo é um cântico de solidariedade incessante, a bondade é uma fonte inexaurível de paz e entendimento, a gentileza é inspiração de todas as horas, o sorriso é a sombra de cada um e a palavra permanece revestida de luz, vinculada ao amor que o Amigo Celeste nos legou.

Somente depois da experiência evangélica do lar, o coração está realmente habilitado para distribuir o pão divino da Boa-Nova, junto da multidão, embora devamos o esclarecimento amigo e o conselho santificante aos companheiros da romagem humana, em todas as circunstâncias.

Não olvidemos, assim, os impositivos da aplicação com o Cristo, no santuário familiar, onde nos cabe o exemplo de paciência, compreensão, fraternidade, serviço, fé e bom ânimo, sob o reinado legítimo do amor, porque, estudando a Palavra do Céu em quatro Evangelhos, que constituem o Testamento da Luz, somos, cada um de nós, o quinto Evangelho inacabado, mas vivo e atuante, que estamos escrevendo com os próprios testemunhos, a fim de que a nossa vida seja uma revelação de Jesus, aberta ao olhar e à apreciação de todos, sem necessidade de utilizarmos muitas palavras na advertência ou na pregação.

Emmanuel

Fonte: XAVIER, Francisco Cândido. Luz no Lar. Por diversos Espíritos. 8. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1997. Cap 1, p. 11-12.

Fonte: Folder distribuído pela Federação Espírita Brasileira.www.febnet.org.br
POR QUE FAZER O EVANGELHO NO LAR? 

O Estudo do Evangelho no Lar abre as portas da nossa casa aos benefícios espirituais, da mesma forma que desentendimentos, brigas e xingamentos favorecem o assalto das sombras (Richard Simonetti). Atrai os bons e afasta ou esclarece os maus espíritos.

Conduz-nos a uma compreensão racional dos ensinamentos do Cristo, levando-nos ao esclarecimento e à aceitação de tê-los como roteiro seguro para nossas vidas. Ajuda-nos a superar as dificuldades no lar e fora dele, acendendo-nos a luz da compreensão e da paciência.

Modifica o padrão vibratório dos nossos pensamentos e sentimentos, desanuviando as nossa mentes congestionadas das criações inferiores, agentes da enfermidade e dos desequilíbrios. Com Jesus no Lar, pelo estudo e vivência do Evangelho, tem-se a verdadeira paz.

Com o Evangelho no Lar formamos as defesas magnéticas da nossa casa, impregnando o ambiente espiritual das energias positivas que desestimulam toda ação maléfica. É uma verdadeira segurança espiritual que passa a funcionar em benefício de todo o grupo.

Além da ajuda que essa prática proporciona no programa espiritual de todo o grupo familiar, estende a caridade aos vizinhos e a quantos se sintam também estimulados a mudar com o nosso exemplo Quantos espíritos igualmente se beneficiam com essa fonte de luz!

COMO FAZER DO EVANGELHO NO LAR?

Escolha um dia e uma hora da semana em que seja possível a presença de todos os membros da família ou da maior parte deles. Observar rigorosamente esse dia e horário para facilitar a assistência espiritual e consolidar o hábito da reunião.

Inciar a reunião com uma prece simples e espontânea num local da casa menos exposto às perturbações exteriores, em seguida, fazer a leitura de um trecho de "O Evangelho Segundo o Espiritsmo", aberto ao acaso ou previamente programado para estudo em sequência.

Fazer comentários breves sobre o trecho lido, trocando opiniões com o grupo quanto à aplicação dos ensinamentos na vida diária, evitando discussões, críticas e julgamento de membros do grupo ou de conhecidos em função da mensagem evangéilica.

A reunião deve ser dirigida por um membro da família ou pela pessoa que tiver mais conhecimento doutrinário, que deverá estimular a participação de todos e conduzir as explicações ao nível do entendimento prático dos presentes. Pode-se fazer outras leituras afins.

A duração deve ser de até 30 minutos, no máximo, incluindo a prece de encerramento, em que se agradecerá a assitência espiritual, lembrando a próxima reunião.
Fonte: XAVIER, Francisco Cândido. Luz no Lar. Por diversos Espíritos. 8. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1997. Cap. 1, p. 11-12.

Particularmente achei legal.
E aí? Vamos tirar um tempinho pra entrar em contato com o Criador? Vamos deixar Ele entrar e agir na nossa vida. Ele esta ansioso por entrar na nossa vida. Se você assim como eu der o primeiro passo pode ter certeza Ele vem correndo em sua direção. 

Prece aos Desencarnados

Caríssimos irmãos e irmãs em Cristo Jesus Irmanados na mesma fé, lembremo-nos hoje de nossos irmãos e irmãs que desencarnaram em meio a...